quinta-feira, 30 de abril de 2009

La rubia del avión

Essa é Cafona! Lembrança do amigo Marcel, segue desenterrada dos arquivos da existência humana.

Abraço e bom dia!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O tamanho da nossa força

Brincando, devagarinho, a campanha rendeu $206. Deus sabe para onde foi; só digo o seguinte: foi bem ido. Que Ele nos ajude a sermos solidários, e que ajude a quem ajudamos!

Valeu, galera!

Mens sana in corpore sano

Uma das novidades: cansei-me do pânceps grande e dos braços de saracura. Matriculei-me em uma academia!

Segunda-feira, voltando de um almoço de negócios (sempre quis dizer que fui a um disso), passei no meu clube, a Sogipa, e fui conferir em pessoa qual era a parada. Sabia que o valor seria legal para sócio, que fica no caminho entre minha casa e o trabalho e que me aumenta a interação social Enfim, ventos vindos da popa me empurravam para frente.

Fui fazer a avaliação médica no centro clínico do próprio clube Chegando lá, uma morena bonita com uma pasta de estudante de Medicina estava quedada na recepção, e uma mocinha muito pequena atendia uma senhora que falava, falava, falava. Perguntei se podeeria fazer a avaliação naquele dia mesmo, ao que ouvi resposta positiva.

A morena foi para uma salinha. Logo depois, pôs o jaleco e me chamou pelo nome. Êba! Tenho sorte com médicas. Auscultou-me, verificou minha pressão e fez anamnese, procedimentos de rotina. Não gostei de uma notícia só: a pressão está um pouco alta e Michele (o nome dela é Michele) pediu que eu a verifique todos os dias. Creio que isso haja acontecido porque eu estava agitado, de barriga cheia e subira com pressa os lanços da escada que me levaram ao consultório. Depois, conversamos demoradamente sobre trabalho, erros médicos e rimos das mais variadas coisas. Gostei da moça. Toma cuidado, Cris: ou eu te troco, ou serei como um cantor de forró, que sempre vem acompanhado por uma loira e uma morena! Hehehe!

Comecei ontem. Conheci as duas instrutoras: uma, Clarice, deve me regular na idade; bem simpática, elogiou-me o tênis por ser bonito (e tive de confessar que é um dos poucos, pois só tenho sapatos); a outra, Ivanise (eu acho), é uma veterana bem enxuta, boa gente, ela. Ensinando meu primeiro circuito antes da avaliação (que será hoje, daqui a 13min), temos que sair do local porque havia UM INCÊNDIO no andar de cima. Um jumento empilhou colchões até a lâmpada, que os aqueceu. Eu me impressiono com a inteligência do povo!

Enfim, por ora, é isso. Quando fiz as ficha, ali estava meu objetivo: "hipertrofia/emagrecimento". Pela primeira vez na história desse país depois que me peguei pensando (logo, existindo) aparece para mim o termo "emagrecimento". Nem sou gordo: 1,73m, 72Kg. É barriga, mesmo, é pânceps. Daqui a seis meses, quero estar com outro corpo. Acho que conseguirei. Quem sabe, daí, as médicas da minha vida me dão uma chance...!

Bom dia a todos! Bom dia e boa sorte!

I'll find my way home

Só para manter o bom nível. Bom dia a todos!

terça-feira, 28 de abril de 2009

Extra! Extra!

Estou de volta e, com isso, tenho muita coisa para contar. Para não ser enfadonho, farei a revista dos fatos no meu estilo clássico, em doses homeopáticas. Vale registrar: sangue, suor e lágrimas podem ser registradas!

Até mais!

domingo, 19 de abril de 2009

Argentina!

Desculpa, gente, estou longe do blog há alguns dias. Cheguei hoje na Argentina para uma viagem acadêmica. Tempo pequeno, tiro curto. Como nos aliançamos para compartilhar as fotografias, depois as colocarei no blog. Cenas dignas de risadas!

¡Hasta luego, amigos!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Amicus est

Compartilhar pequenas felicidades:
Café, chimarrão e cerveja...
Banalidades e segredos...
Lugares e pensares...
Amigos e sorrisos...

Compreender a importância de acontecer algo desejado há muito tempo.
Não agir como se achasse que não é merecido.
(Respeitar sentimentos...)

Nem tudo é sobre estar certo ou errado.
(A vida não é uma prova de V ou F.)
Muito menos sobre concordar sempre.
(A liberdade não permite aos outros discordarem de você também?)

Precisar e permitir que precisem do seu apoio.
(Existem coisas pesadas demais para se lidar sozinho...)
Às vezes, basta dizer que, apesar da situação parecer ruim, tudo vai ficar bem.
(Aceitar a responsabilidade de ser alguém importante o suficiente para isso.)

Encarar uma conversa franca e “esgotar a pauta”, sem “caraminholar”.
(Não esperar adquirir proporções maiores do que deveria.)
Iniciar uma nova edição, revista e atualizada.
(Não deixar um contratempo apagar todo o arquivo das coisas passadas.)

Descomplicar o que parece ser complicado.
(Rir do insólito: Qual é o problema, afinal?)

Deixar, e deixar-se, querer bem, mesmo quando não parece ser fácil.
(Nada é perfeito e a vida é muito curta para se perder tempo remoendo coisas.)

Amicus est frater electus, o destino os traz e eles simplesmente são,
é só não querer perdê-los, nem jogá-los fora pelo caminho.

+ + +

Excelente texto da Simone Sta. Helena. Convido (e peço) que passem no blog dela e comentem a pérola que a pena dela produziu!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O segundo sol

Sei que nada acontece sem que Deus permita, e tudo tem seu tempo determinado, mas tem gente que vai embora cedo demais. Cássia Eller é uma delas.

Sangue latino

Admito, acho Ney um tanto quanto estranho, mas sua musicalidade é incrível!

Das tripas, coração

Ouvi inúmeras vezes minha mãe dizer isso quando eu era pequeno. Um esforço hercúleo, uma tarefa terrível, uma prova medonha, nada disso era tão dramático quando "fazer das tripas, coração": depois do terceiro ano fundamental, eu entendi em profundidade o que queria dizer aquilo: embora não seja clinicamente viável fazer isso, eu imaginava uma gambiarra enorme, composta de um emaranhado vascular (plenamente operante), com suas explicações, como se falassem para mim "sou um duodeno, mas estou quebrando um galho de ventrículo esquerdo".

Poucos podem dar continuidade à vida sem aquela pontinha de preocupação com o amanhã financeiro, com esse dinheiro vendido no grito nessa bolsa que não se carrega. Dos que naturalmente já se viravam, hoje estão bulindo seus ânimos para lutar nesse desafio que é a subsistência.

"Fazer das tripas, coração", para mim, é lembrar do memorável Tempos Modernos, do grande Charles Chaplin. No enredo, o coitado foi mecânico, meliante, vigia noturno, agitador político, drogadito, garçom e cantor. Como não sabia cantar, pediu ajuda para a amiga, que escreveu a letra da música nos punhos; como desgraça pouca é bobagem, sofreu um grande revés, mas conseguiu. Conseguiu? Vê e descobre.

Aos assoviadores-e-chupadores-de-cana, um grande abraço e uma excelente quarta-feira, com direito a alegrias e sucesso!

terça-feira, 7 de abril de 2009

Ponta de areia

Beatriz

Cravo e canela

Fé cega, faca amolada

Lágrima do sul

Bola de meia, bola de gude

Travessia

Overdose Milton Nascimento!

Desde domingo, Milton Nascimento me anda rondando a cabeça. Nada melhor que uma overdose dele para uma terça-feira poética!

Bom dia a todos!

sábado, 4 de abril de 2009

Sobre as fotografias e o fografar


Tu não tens a impressão que, hoje, a reprodução fotográfica é banal, com todo mundo com sua câmera e zilhares de fotos nos pê-cês, celulares e coisa e tal? Sei lá, lembro das meninas da escola nos passeios de escola com suas camerazinhas, ganhadas ou emprestadas, tirando fotos e fazendo cartazes de cartolina dos animais no zoológico, das agendas coloridas de retratos e das imagens presenteadas pelas amigas imortais umas às outras.

Embora não seja uma representante do sexo feminino, também tive uma câmera (homens também podem retratar); quando ela ficou de meu uso exclusivo, já era ultrapassada há muito, mas ainda funcionava. A máquina não tinha flash próprio, precisando-se colocar um MagiCube para retratar em ambientes internos (fora aquela alavanca para passar o filme, acondicionado em um cartucho inteiriço). Não tínhamos muitas condições de retratar tudo, fotografávamos apenas o essencial, e o fazíamos duas vezes "para garantir" a perpetuação daquela imagem num papelucho quadriculado, em que, algumas vezes, a casa que revelava punha até a data (mês/ano) da fotografia. Isso é coisa de museu, mas vivi essa época.

Parece que temos a ânsia de deixar o mundo estático com as fotos; entretanto, gosto dele assim, correndo pelos dedos, mas deixando uns restinhos da sílica nas dobras das falangetas, só pra contar que ele passou por mim. Só assim as fotos têm sentido: elas não são, elas estão sendo.

Gosto das imagens em preto-e-branco, elas não retratam um momento, apenas ilustram uma vivência. Não gosto de filmagens, pois pouco se percebe nelas. A vida não foi feita para ser estática, sei disso, mas cada pedaço dela forma um todo; eis o fenômeno do fotografar: olhar o simples, mas olhar o além. É um olho que não apenas , mas percebe.

Pra não ver você ir embora

Espero que as gerações futuras não pensem que o Créu existiu desde sempre. Uma boa música para um bom findi!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Sapore di sale

A paixão é cafona, mas é tão bonitinha...! Eu gosto, tanto da paixão quanto da música.

Gino Paolo, Canta aquela!

quarta-feira, 1 de abril de 2009