terça-feira, 31 de março de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

Pra ser sincero

Gosto do arranjo. A moça sabe escolher seus músicos (fora quando passou pelos Tribalistas, que, cá entre nós, não acho de todo ruim).

Marisa, fecha a semana, por favor, mas Canta aquela!

Dois rios

Disse a um professor chamado Samuel, que conheci num evento: "Samuel não é nome, é marca!". Ele adorou.

Mas é verdade. Vede Skank: quem é que dá a cara da banda?

Mandavê, Samuca!

You are the sunshine of my life

Como via numa novela infantil, isso é tão romântico...!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Novo colega de trabalho

Segundo a Ana Cláudia, Gerente de Administração, o nome seria Mikhail; como não tenho vergonha de usar os bons exemplos, acompanho o pensamento da Fran e o nome dele é Petisco (pois, quando crescer um pouquinho, será Churrasquinho, e quando ficar bem grande, será Espeto Corrido).

(tirado da minha sala)

(se eu tiver bom humor e paciência, eu escrevo a saga do Petisco um dia!)

Bach - Suíte para Violoncelo No.1 (Prelúdio)

Entre a balança e a espada

Entre a balança e a espada

Há duas “versões” para se retratar a guardiã da justiça: uma é a deusa latina Iustitia, que tem os olhos vendados e empunha com ambas as mãos o gládio sagaz e pronto para o uso; para ela, a simples arguição dos problemas levaria à solução; escreveu, não leu, o pau comeu era o pensamento romano, e a retórica e a erística seriam as artes que conduziriam o julgador. E era isso: os reclamantes se postariam perante o juiz, desfiariam suas ladainhas e ele diria o que sentia do caso (e daí vem a palavra sentença, que vem de sententia / sentire). Pronto. Dura lex, sed lex. A lei é dura, mas é a lei. O outro modo de apresentar a protetora divinal é como Diké, a grega, que tem consigo um par de pratos de uma balança desnivelada e uma espada apontando para o chão, e contrariamente à maninha mais nova, os olhos estão muito bem abertos; não é impulsiva, mas coloca tudo na sua libra, e aguarda até que o fiel da balança chegue ao centro: se Iustitia procura quem tem mais razão, Diké procura equalizar as coisas que lhe vêm às vistas para, depois disso, usar da arma como coerção ao seu imperativo. Não é à-toa que Aristóteles pregava uma igualdade no conteúdo, e não apenas na forma, dando o igual aos iguais e o desigual aos desiguais, segundo a medida de suas desigualdades.

Todo operador do Direito tem uma vocação para “paladino da justiça”. Eu não me escapo disso. Penso nas poucas-vergonhas que o mundo expõe e penso que se devem exterminar todas as contrariedades ao cumpra-se da lei. Mas nem sempre é tão simples assim.

Exponho um caso bem simples e direto. No centro da cidade, é comum encontrar indiozinhos cantando e batendo violão; mendigando, em resumo, pois não creio que seja uma manifestação cultural o fato de passarem o dia ali, brincando com cavacos e gravetos, com as mãos estendidas aos transeuntes em formato de conchas, nada falando e tudo dizendo. Enfim, há filhotes dos habitantes nativos da Pindorama na calçada em que caminho. Ali estamos, eles e eu.

Se fossem meros filhotes, bichinhos indefesos, bastaria reclamar à Sociedade Protetora dos Animais. Ó, tem um bichinho ali, e pronto, recolhe-se o animal. Poderíamos chamar o pessoal encarregado pela prevenção e erradicação de zoonoses, para que cuidássemos da criaturinha. E daí, que mais faríamos? Um mais piedoso poderia levá-lo para casa, dar comidinha e colocá-lo no retrato da família enquanto a morte não ceifasse a alegria do companheiro. Poderíamos fazer tudo isso se fossem animais; mas não são animais, são pessoas como eu, como quem lê essas linhas, como quem deve (ou deverá, ou deveria) cuidá-las.

E o que fazer com esses infantes? Anos atrás, eu mandaria tirar dos pais, pôr para adoção, prender os genitores por não usarem do poder familiar (e das condições que têm), e estufaria o peito com orgulho simiesco, dizendo cumpri o meu dever. Não consigo mais ver isso; há tantos arranjos familiares, há tantos matizes nas cores da vida, que não sei mais bem o que pensar a respeito.

Lembro que minha avó paterna contava que fazia pé-de-moleque para os guris (a saber, meu pai e meus dois tios) venderem durante os jogos de futebol de um estádio que ficava próximo de onde moravam. Eram pobres, sim, mas isso não lhes era desonroso. Meu tio e dindo, o mais empreendedor do grupo, começou a vender tangerina, laranja, alface, essas coisas, e foi fazendo o dinheirinho da família. Essa era a realidade de 40, 50 anos passados. Paro e penso nas pessoas que colocam seus filhos ao seu lado, amparando no trabalho e sendo seus grandes parceiros; acho bonito isso. Claro, é doído e lamentável não lhes facultar as condições de desenvolvimento pleno, com estudo, esporte, lazer, cultura, mas não sei se tira-los do convívio familiar e mandar ao raio-que-os-parta também é problemático.

É fácil achar respostas, difícil é perguntar honestamente. A situação entre esses pequeninos é real, concreta, líquida e certa, como eu diria na Academia; agora, a que problema eu a conduzirei? Que Deus me ajude a olhar primeiro ao direito, depois à lei, para que eu não queira a cegueira da justiça, ou só apenas o brandir do gládio para a persecução do seu mister, mas que eu olhe bem a que o fiel da balança me conduzirá. Se projetos sem ações são meras quimeras, ações sem projetos são demonstrações da pequenez humana.

Agora, não posso encerrar sem lembrar a sábia oração: Senhor, dá-me a serenidade para aceitar as coisas que não consigo mudar, coragem para mudar as que eu consigo e discernimento para diferenciá-las umas das outras. Que assim seja!

Deu pra ti

... baixo astral / Vou pra Porto Alegre, tchau!

Parabéns à minha cidade, 237 anos de lutas e alegrias. Até quem é filho por adoção (como Kleiton e Kledir) é apaixonado por aqui. A quem não conhece esse canto, espero que venha me visitar!

quarta-feira, 25 de março de 2009

Tragedy

Essa á pra tirar a Glostora da gaveta! Bee Gees, grande trio!

Layla

Eric Clapton é um grande músico, não há o que se contestar. Lamento por ele: eu, volta e meia, confundo-o com o nada em haver com o Elton John!

terça-feira, 24 de março de 2009

Pôxa

Pouco a dizer, muito a expressar: grande música!

Year of The Cat

Eis uma música que gosto; gosto gostado, como diria minha avó. É lunático, um rock meio cafona, mas excelente, fora o solo do sintetizador. Vale a pena de ser ouvido e ganhar a terça-feira.

Bom dia para nós!

O acidente

É o que dá crescer com doméstica! Nada contra a classe trabalhadora, muito pelo contrário, mas sei cantar grande parte (quiçá TODO) o repertório do Amado Batista! É mole ou quer mais?

É Cafona (não sei se gosto) e dou risada de lembrar!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Por quem lutar

Precisei levar documentos a um prédio no centro de Porto Alegre. Prédio medianamente grande, com 16 andares, várias salas. Como fui a trabalho, pus o crachá, mesmo que estivesse sando de casa: preferi ficar e levar diretamente, pois seria desperdício de tempo ir a Sapucaia, perder uma hora de viagem no metrô, e empregar mais uma hora e meia em carro oficial para vir e voltar de um local que dista alguns minutos de ônibus de onde resido.

Cheguei, entreguei o material necessário e saí, levando mais tempo no elevador que com o pessoal; tiro rápido, entreguei e me fui. Caminhei à estação de trem, o dia continua e o trabalho não é pouco. Ainda estava a trabalho, mesmo que de mochila às costas e caminhando no meio de uma manhã ensolarada; segui, com o crachá no peito e com o passo de quem tem algo a fazer.

Comecei a passar pelo comércio em geral, mas principalmente por lojas de roupa simples, barata, de gente humilde e batalhadora; todas estavam vazias, a despeito dos convites das moças bem apresentadas, com suas bocas altissonantes e mãos aplaudindo. O povo que passava estava ocupado, assim como eu, e não poderiam dar 15 minutos para uma camiseta, ou uma blusinha, ou algo que o valha.

Notei, ainda, que dois acessórios eram presença constante nas mãos das mulheres transeuntes: numa, a bolsa, símbolo-mor da feminilidade e da versatilidade das musas da pós-modernidade; e noutra, uma pastinha, pastinha simples, dessas de carregar e proteger folhas. Já sei do que se tratava: eram os currículos nas mãos das senhoras e senhoritas. Ou seja, não estavam indo trabalhar; antes, queriam algum trabalho.

Umas, com o corpo esguio e com as curvas da silhueta ainda bem definidas, e outras, com a experiência estampada nos traços da face e raiada aos cabelos, mas todas buscando o mesmo ideal, um sossego às suas prioridades financeiras – e não apenas às suas, mas provavelmente daqueles todos que com elas dividem o teto e a vida.

Também havia homens circulando, muito menos que mulheres, mas havia. Jovens magrelos empunhavam mochilas cheias de sonhos, em busca de uma inserção nesse mundo avassalador, nesses tempos modernos, em que todos nos assemelhamos aos peixes da Semana Santa, valendo o quanto pesamos. Vi moças seminuas, ofertando o prazer dos varões à custa do repúdio do próprio corpo; vi crianças cantando suas melodias étnicas como instrumento de comoção dos que passavam; vi pobres oferecerem dinheiro aos pobres, espoliando pessoas que nada têm (assim como esses mesmos arautos nada têm) em favor daqueles que têm, e tê muito.

Vi a guerra do pobre contra o pobre; quem resiste, fica só; quem não consegue, alia-se ao poderoso proprietário. Será que foi para isso que nascemos

Não me considero um adepto das ideias de esquerda, Deus sabe disso; contudo, pego-me a pensar o que seria do meu Brasil quando não baixássemos a cabeça aos juros abusivos dos cartões de crédito, ou, bem mais além, se não nos curvássemos diante do consumismo e a ele não prestássemos a veneração que a mídia catequiza como sendo-lhe devida.

Qual é a necessidade de cada brasileiro ter um celular, mesmo se não pode ligar por falta de créditos e se não recebe ligações? De que adiantam os empréstimos a um povo que tomará mais empréstimos para quitar seus empréstimos, e que pedirá mais empréstimos para quitar os empréstimos seguintes, e que empenhará as alianças para quitar mais empréstimos, e que mal sabe que penhor também é um empréstimo, e que fará empréstimo para recuperar as alianças, e mais um empréstimo para fazer a ceia de Natal, contando com o décimo-terceiro, e que pede “uma graninha” ao cunhado, faz um “fiado” no armazém, paga as prestações dos financiamentos do carro usado (que não consegue manter abastecido e com as manutenções em dia) e do celular sem cartão e sem utilidade, que de adiantam?

Permitiu o Pai das Luzes que eu seguisse no ramo das leis; tenho um dever sobre os ombros, que é o de alertar os meus irmãos a não caírem nas armadilhas diárias da vida. Assim costumam fazer os pais, mandando os filhos mais vividos à frente dos manos ingênuos, para lhes cuidar as pegadas. Assim espero poder fazer.

Se o Direito não olhar para as vidas a quem se destina, para nada nos serve; não criaturas do sistema: somos seus criadores! Fizemos tudo para que alcançássemos um bem-estar inatacável. No momento em que todos nos vermos assim, como ingredientes importantes nesse bolo social, saberemos fazer valer nossa voz. Enquanto esse momento não chega, ainda tenho muito o que fazer.

Levantemo-nos, como construtores sociais, para alicerçarmos uma sociedade mais justa, mais fraterna, mais solidária, para que a beleza do verso seja a plena realidade: “do Universo, entre as nações, resplandece a do Brasil”.

Retalhos de cetim

MPB sempre cai bem, ainda que seja um pouco dolorida no cotovelo!

Grande Benito Di Paula! Alguém mais lembra dessa música?

Fly me to the moon

Segunda-feira merece grande estilo! Diana Krall merece ser ouvida: é bonita, canta e toca; não é todo dia que encontramos essa combinação.

Boa semana!

Somewhere in time

Lindo filme, mas a história é digna de ufólogo! Nada contra os ufólogos, mas voltar no tempo com a moedinha é doído que dói! Hehehe!

Boa semana para nós!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Voulez-vous!

É isso aí, gurizada! Para quem vai pra caçada na balada de hoje, boa sorte! Aos demais, fiquem com Abba, Cafona, mas eu gosto!

Roberta

Vamos fechar a semama num clima de romance! Vamos para nossas casas ouvindo música bem carinhosa, pra encher de afagos o patrão/a patroa/o cotovelo!

Peppino o Breve, Canta aquela, Cafona, mas eu gosto!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Vedrai, vedrai

Música italiana é sinônimo de drama de novela das oito; juntam-se as duas e não se erra!

Ouvi essa música nos invernos chuvosos do Rio Grande do Sul. Lembro de haver gravado num K7 para ouvir em casa; acho que não surtei por causa dessa influência musical. Sei lá, foi um inverno na minha vida.

Luigi Tenco, Canta aquela, Cafona, mas eu gosto...!

terça-feira, 17 de março de 2009

Qualquer jeito

Estou ficando velho! Alguém ainda lembrava da Kátia Cega? Cafona, mas eu gosto!

Ô, mocinha, Canta aquela!

segunda-feira, 16 de março de 2009

domingo, 15 de março de 2009

A dor da última curva

Permitiu o Grande Arquiteto do Universo que eu chegasse ao nono e penúltimo semestre letivo do curso de Direito. Isso é um privilégio muito maior do que eu mereça. Deus tem sido bom e misericordioso comigo, fazendo que eu siga pela senda árdua das ciências jurídicas e sociais, trilhando a escarpada jornada até o dia em que, de faixa vermelha à cintura e toga acadêmica, mamãe terá o prazer de ver o primogênito colar grau.

Mas estou cansado. Já nas primeiras semanas. Espero que isso seja mero cansaço de transição, e que, nos próximos 15 dias, eu já esteja habituado a toda a rotina que perseguirei até julho. Enquanto esse momento não chega, estou um caco, cansado fisicamente – e com o emocional pedindo água.

Por falar em água, estou tomando muita água. Ando-me desconhecendo. Pareço um camelo. Uns quase 2 litros diários está sendo o meu índice.

E a carcaça do veio anda um pouco fragilizada (haveria acento no E do “veio”, mas a Reforma o ceifou de mim). O sono é uma companhia bem marcante após às 18h, a fome me atormenta e a fotofobia não respeita nem as mulheres, espancando a menina dos meus olhos. Estou acordando cedo e tentando dormir o mais cedo possível, por volta da meia-noite (esse hífen caiu?). Não tá fácil.

“Que legal, tu estás na reta final”, disseram os calouros que tive o prazer de conhecer. Pode ser, mesmo, o final da minha maratona. Contudo, ando-me sentindo como quando era pequeno e fazia os testes de corrida na disciplina de Educação Física, correndo um percurso razoavelmente longo segundo meus padrões (nada dados ao desporto, diga-se en passant). Quando alguém gritava “faltam 4 voltas”, a dor que me acometia era lancinante (ao lado das costelas flutuantes, nas batatas das pernas, nas coxas, nas costas, nos ombros, no pescoço, nos cabelos, em tudo o que a mim já se ligara – inclusive o coto umbilical).

Estou na penúltima volta. Estou com dor. Espero que acabe logo e acabe bem.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Ghost riders in the sky

HAHAHAHAH!

Adoro essa música, mas o conjunto da obra tá digna de filme de terror dos anos 40! Quando eu recuperar o fôlego, escrevo mais e melhor sobre a música e as vezes que eu a ouvi. Por enquanto, como diria minha vó, eu estou me finando de tanto rir!

Bom findi!

PS.: ô Ghostbusters (digno de sexta-feira 13), Canta aquela!

Merece!

Zé da Folha! O cara é, sem brincadeira, na minha opinião, um dos músicos mais brilhantes do Brasil! O por quê? Domínio da plateia (sem acento, coisas da reforma), simplicidade, simpatia, afinação, percepção musical, é um artista formidável.

Ele é daqui de POA, mas, de quando em vez, sai saracotear; sei que ele gosta de Passo Fundo e Curitiba. Sempre que tenho a oportunidade de cruzar por ele, encomendo os boleros e os sambinhas; pra falar a verdade, nem precisa, ele sabe o que eu gosto. Sempre reforço a contribuição e dou uma garrafa de água mineral. Ele é o cara.

Faz alguns meses que não o vejo; deve estar trinando por aí, alegrando a vida de mais gente. Vale a pena.

No segundo vídeo, o trecho de um documentário. Quem assistir, terá satisfação garantida!





* * *

Lembrei de Milton Nascimento, com a boa Nos bailes da vida; apropriado para um artista.

Diamonds are a girl's best friend

É, a crise tá mudando o mundo... já tem mulher casando por amor!

Ô, Lôra, Canta aquela!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Disco voador

Grande Raul! Até podre de bêbado, tinha postura de palco (ou quase isso).

Ô Zaratustra, Canta aquela!

Sex machine

Bah! Lembro do James Brown como o Reverendo Cleophus James, no filme Os Irmãos Cara-de-Pau (The Blues Brothers). Bons tempos aqueles.

Ô Zé-Ruela, Canta aquela!

quarta-feira, 11 de março de 2009

Mulher brasileira

O planeta que me perdoe, mas ser brasileira é fundamental!

Ô cabeludo, Canta aquela!

Mel da sua boca

Terei vergonha de mostrar essa música para meus filhos. "Pai, tocava isso quando tu era guri?"

Sabem qual será minha resposta? "Filho, é Cafona, mas eu gosto...!"

terça-feira, 10 de março de 2009

Fita amarela

Isso é que é samba! E viva a MPB, Noel Rosa e a roda de choro!

Ô Rose Santa Claus, Canta aquela!

Reach

A gente sabe que está ficando velho quando começa a se ouvir no rádio as músicas compostas para eventos que se assistiu. No caso, Gloria Estefan compôs essa aos Jogos Olímpicos de Atlanta! Eu assisti! Lembro até hoje da banda marcial e, pasmem, posso cantarolar a música que eles tocaram!

Ô mexicana, Canta aquela!

segunda-feira, 9 de março de 2009

I hear you now

Uma música muito romântica num estilo pra lá de interessante. Esse é o bom Vangelis!

Ô, grego, Canta aquela!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Sukiyaki

Já pus aqui até música em hebraico! Vai em japonês, pra fechar a sexta-feira. Qualquer coisa, quem tiver dúvida da tradução, manda mail pra Lu que ela ajuda (eu acho).

Ô japa da pastelaria, Canta aquela...!

It's my party

E ainda tem gente que acha que High School Musical ou RBD são precursores da rebeldia juvenil!

É Cafona, é revoltado e eu gosto! Lesley Gore, a traída, Canta aquela...!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Este seu olhar

Sem comentários. Muito mais que o olho, o olhar!

Toquinho, Canta aquela...!

Mirrors

Com uma voz suave dessas, difícil não se gostar de Sally Oldfield. Pois é, gente, ando numa fase Cafona, mas eu gosto! A propósito, ô moça da voz fininha, Canta aquela...!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Crazy

Bem ao estilo dor de cotovelo way of life, dedico a todos os que já choraram um amor perdido.

E preciso dizer: é Cafona, mas eu gosto! (confesso que estava com saudades do bordão). Pasty Cline, a rainha do abandono conjugal, Canta aquela...!

terça-feira, 3 de março de 2009

Encontros e despedidas

Elis só não foi mais do que foi porque não tinha letristas bons de verdade, que a acompanhassem na interpretação e no estilo> Maria Rita, a filha, tem a mesma cara de louca, a mesma voz esquizofrênica, mas com outro tipo de letras; moral: não faz o mesmo sucesso (pois não necessariamente canta o comercial), mas canta tri bem.

Ô guria, Canta aquela...!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Lata d'água

Segunda-feira é isso mesmo! Boa música nunca cai mal!

Lata d'água na cabeeeeça, lá vai Maria, lá vai Mariiiiiiiaaaaa...