... e o Barrichello não te-em!
Aguarde...!
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Sonhos de se fazer acordado
Lu (Lucia in the Sky) me colocou num meme, convocando-me a escrever sonhos que eu faria acordado e me fazendo convidar oito pessoas. Para saber mais sobre o meme da Lulu, precisa clicar aqui.
As regras da brincadeira, segundo a própria Lucia são:
- Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de 'ir embora daqui';
- Convidar 8 parceiros(as) de blogs amigos para responder também;
- Comentar no blog de quem nos convidou;
- Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da "convocação";
- Mencionar as regras
Dessa feita, convoco à tarefa: Sandrine, Fran, Vivi do Bonfa, Simone, Mãe (sim, minha genitora), Isa, Martin e mais uma alma caridosa que queira se dispor a ser meu oitavo nome; e vamos à minha lista:
1) tocar acordeon (“gaita” aqui no Rio Grande do Sul, “sanfona” no restante do Brasil), mas tocar decentemente, bem tocadinha, que dê gosto no vivente em ouvir;
2) passar todos os dias rodeado de pessoas que eu goste, fazendo só coisas que me dêem prazer (como tocar piano, ler, assistir documentários, debater assuntos de meu interesse – a saber, política, religião, filosofia e direito – e escrever pro blog);
3) ter no bolso o dinheiro suficiente para não ter peso na consciência depois de uma excentricidade;
4) poder acompanhar toda a vida cultural de minha cidade (ou, ao menos, poder ter tempo para ir ao cinema, teatro, recitais, mostras e outros eventos de cunho artístico);
5) poder-me dedicar mais aos estudos, sendo aluno mais aplicado e com resultados mais satisfatórios que os atuais, desde já me preparando aos exames da OAB e seleções para mestrado, doutorado, pós-doutorado e livre-docência;
6) poder-me dedicar inteiramente a compartilhar com os outros a fé que professo e as convicções filosóficas que nutro, sem a preocupação do sustento financeiro ao final do mês;
7) cultivar um corpo físico mais sadio, embora eu morra de preguiça de fazer academia e não curta uma alimentação a base de mato e alpiste;
8) aprender a falar decentemente (e não apenas “me virar”) em vários idiomas;
9) poder ser parte relevante à política local e externa, servindo à minha cidade, estado e país, auxiliando na ordem interna e internacional na resolução pacífica de seus conflitos e problemas, no intuito de instituir uma sociedade mais justa e solidária; e
10) fazer uma festa de aniversário (das de verdade, daquelas que o povo não tenha muita pressa de sair, recebendo os amigos, saindo para comer algo em algum lugar ou, simplesmente, receber os cumprimentos pessoalmente, com afagos e fotografias).
Todas as coisas parecem ser simples, atingíveis, e talvez até sejam, mas são coisas que não tenho hoje e que me alegraria a vida. Ando meio enfarado de tudo, sei lá. Cansado. Está na hora de acordar à vida. Mas que fazer? Navegar é preciso.
+ + +
Tenho novidades para os próximos dias. Porei aqui algo que o pessoal da Fórmula 1 quer, mas nem todos podem ter. Quem viver para ver, verá.
Bom dia e boa sorte!
PS.: para quem não sabe, nasci em 31/12.
As regras da brincadeira, segundo a própria Lucia são:
- Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de 'ir embora daqui';
- Convidar 8 parceiros(as) de blogs amigos para responder também;
- Comentar no blog de quem nos convidou;
- Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da "convocação";
- Mencionar as regras
Dessa feita, convoco à tarefa: Sandrine, Fran, Vivi do Bonfa, Simone, Mãe (sim, minha genitora), Isa, Martin e mais uma alma caridosa que queira se dispor a ser meu oitavo nome; e vamos à minha lista:
1) tocar acordeon (“gaita” aqui no Rio Grande do Sul, “sanfona” no restante do Brasil), mas tocar decentemente, bem tocadinha, que dê gosto no vivente em ouvir;
2) passar todos os dias rodeado de pessoas que eu goste, fazendo só coisas que me dêem prazer (como tocar piano, ler, assistir documentários, debater assuntos de meu interesse – a saber, política, religião, filosofia e direito – e escrever pro blog);
3) ter no bolso o dinheiro suficiente para não ter peso na consciência depois de uma excentricidade;
4) poder acompanhar toda a vida cultural de minha cidade (ou, ao menos, poder ter tempo para ir ao cinema, teatro, recitais, mostras e outros eventos de cunho artístico);
5) poder-me dedicar mais aos estudos, sendo aluno mais aplicado e com resultados mais satisfatórios que os atuais, desde já me preparando aos exames da OAB e seleções para mestrado, doutorado, pós-doutorado e livre-docência;
6) poder-me dedicar inteiramente a compartilhar com os outros a fé que professo e as convicções filosóficas que nutro, sem a preocupação do sustento financeiro ao final do mês;
7) cultivar um corpo físico mais sadio, embora eu morra de preguiça de fazer academia e não curta uma alimentação a base de mato e alpiste;
8) aprender a falar decentemente (e não apenas “me virar”) em vários idiomas;
9) poder ser parte relevante à política local e externa, servindo à minha cidade, estado e país, auxiliando na ordem interna e internacional na resolução pacífica de seus conflitos e problemas, no intuito de instituir uma sociedade mais justa e solidária; e
10) fazer uma festa de aniversário (das de verdade, daquelas que o povo não tenha muita pressa de sair, recebendo os amigos, saindo para comer algo em algum lugar ou, simplesmente, receber os cumprimentos pessoalmente, com afagos e fotografias).
Todas as coisas parecem ser simples, atingíveis, e talvez até sejam, mas são coisas que não tenho hoje e que me alegraria a vida. Ando meio enfarado de tudo, sei lá. Cansado. Está na hora de acordar à vida. Mas que fazer? Navegar é preciso.
+ + +
Tenho novidades para os próximos dias. Porei aqui algo que o pessoal da Fórmula 1 quer, mas nem todos podem ter. Quem viver para ver, verá.
Bom dia e boa sorte!
PS.: para quem não sabe, nasci em 31/12.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Chorando se foi
Por conta de não saber dançar, sempre fiquei de fora das comemorações de fim de ano na escola. Não interessa, sou feliz mesmo assim. Contudo, é inegável que o embalo de Chorando se foi é contagiante. Merece, sim, ser incluída em nossa galeria "Cafona, mas eu gosto!".
Certa vez, toquei o solo da sanfona na escaleta. Quase tive um troço de tanto rir depois. É, definitivamente, essa música fede de cafona, mas ainda comove.
Rebola, guri! Vou dormir. Bom dia e boa sorte!
Certa vez, toquei o solo da sanfona na escaleta. Quase tive um troço de tanto rir depois. É, definitivamente, essa música fede de cafona, mas ainda comove.
Rebola, guri! Vou dormir. Bom dia e boa sorte!
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Desamor (+ comentário genérico)
Ainda creio no altruísmo. Uma prova fragorosa é a jovem Nayara, do famígero caso Eloá. Apenas situando o caso: Eloá e Nayara, ambas de aproximados 15 anos, foram feitas reféns por cem horas. A polícia desfaz o cativeiro e o pior ocorre: o carcereiro, ex-namorado de Eloá, desfere disparos de arma de fogo contra elas, ferindo Nayara no rosto e matando o antigo amor. Além de toda essa situação, que já havia discutido aqui, ocorreu algo que choca os brios de qualquer pessoa e em qualquer época: Nayara, que saíra do cativeiro antes de ser estourado pela autoridade policial, voltou para auxiliar no resgate da amiga, momento em que acabou sendo recapturada pelo algoz.
Duas coisas: uma amizade fala mais alto que qualquer segurança à própria vida. A menina provou que amava a companheira a ponto de oblatar o próprio sangue pela outra. Quão preciosa era tal amizade, mas, antes e maior que isso, quão preciosa jóia Nayara esconde em seu coração: o amor! É de São João Evangelista a afirmação “o perfeito amor lança fora o temor” (I Jo IV, 18). Cá está a primeira lição para nossa sociedade cada vez mais perdida nas procelas da vida: o amor estanca os princípios mais naturais (tais como a fome, o frio, o medo e a sobrevivência) porque o amor não é natural, mas divino! Não são minhas as palavras que seguem, mas de João, o apóstolo que, em sinal de amor, deitou a cabeça sobre o peito de Jesus: “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (I Jo, IV, 7-8).
A segunda das coisas é o descaso da autoridade policial em deixar a menina, menor de idade, voltar ao cativeiro. Como pode isso? Para viajar ao Jardim Botânico, é necessária uma autorização expressa do responsável legal; para uma situação de perigo extremo, tal qual essa, a polícia pode sair por aí, pegando menininhas e mandando à boca do leão?
A menina não se amou, e isso é louvável; a polícia não amou a menina (nem ao menos formalmente respeitou a lei), e isso é condenável. Dois desprezos, dois pesos, duas medidas. De um lado, um gesto mais que nobre; de outro, uma imbecilidade que nem os mais incipientes cometeriam. Ambos os gestos me envergonham: seria eu capaz de voltar como Nayara voltou? E se eu fosse o chefe do caso, qual amor eu deixaria falar mais alto, à lei ou ao caso?
Sinuca de bico.
+ * + * +
Enquanto curto o Dia do Servidor Público em casa, com essa logorréia notória que me acometeu nos últimos dias (já cientificamente comprovada pelo Moacyr Scliar e postado pela minha amiga Lu Nikkel no Lucia in the Sky), vou ouvindo a rádio digital da NET. Adivinhem o que esteve tocando durante a redação do texto? Perfídia, Somewhere in Time, Love is Blue e Rhythm of the Rain! Dignos de irem pra seção Cafona, mas eu gosto!, deixarei para a próxima. Contudo, para quem gosta e quer ouvir agora, basta clicar no nome das músicas.
+ * + * +
Bom dia e boa sorte!
Duas coisas: uma amizade fala mais alto que qualquer segurança à própria vida. A menina provou que amava a companheira a ponto de oblatar o próprio sangue pela outra. Quão preciosa era tal amizade, mas, antes e maior que isso, quão preciosa jóia Nayara esconde em seu coração: o amor! É de São João Evangelista a afirmação “o perfeito amor lança fora o temor” (I Jo IV, 18). Cá está a primeira lição para nossa sociedade cada vez mais perdida nas procelas da vida: o amor estanca os princípios mais naturais (tais como a fome, o frio, o medo e a sobrevivência) porque o amor não é natural, mas divino! Não são minhas as palavras que seguem, mas de João, o apóstolo que, em sinal de amor, deitou a cabeça sobre o peito de Jesus: “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (I Jo, IV, 7-8).
A segunda das coisas é o descaso da autoridade policial em deixar a menina, menor de idade, voltar ao cativeiro. Como pode isso? Para viajar ao Jardim Botânico, é necessária uma autorização expressa do responsável legal; para uma situação de perigo extremo, tal qual essa, a polícia pode sair por aí, pegando menininhas e mandando à boca do leão?
A menina não se amou, e isso é louvável; a polícia não amou a menina (nem ao menos formalmente respeitou a lei), e isso é condenável. Dois desprezos, dois pesos, duas medidas. De um lado, um gesto mais que nobre; de outro, uma imbecilidade que nem os mais incipientes cometeriam. Ambos os gestos me envergonham: seria eu capaz de voltar como Nayara voltou? E se eu fosse o chefe do caso, qual amor eu deixaria falar mais alto, à lei ou ao caso?
Sinuca de bico.
+ * + * +
Enquanto curto o Dia do Servidor Público em casa, com essa logorréia notória que me acometeu nos últimos dias (já cientificamente comprovada pelo Moacyr Scliar e postado pela minha amiga Lu Nikkel no Lucia in the Sky), vou ouvindo a rádio digital da NET. Adivinhem o que esteve tocando durante a redação do texto? Perfídia, Somewhere in Time, Love is Blue e Rhythm of the Rain! Dignos de irem pra seção Cafona, mas eu gosto!, deixarei para a próxima. Contudo, para quem gosta e quer ouvir agora, basta clicar no nome das músicas.
+ * + * +
Bom dia e boa sorte!
Mau hábito + Confissões + Os Verdes Campos da Minha Terra
Insisto para que as pessoas que me amam leiam os meus escritos, desde quando eu era muito pequeno e meu cursivo era bem graúdo. Desde Tânia Argimon, minha mestra do início do Fundamental, até a Academia, sempre encontrei pessoas caridosas para lançarem os olhos às minhas linhas. Dessa vez, a vítima foi minha mãe: pedi que ela lesse os últimos textos e genitora, agora há pouco, falava comigo por MSN. Além de confessar seu gosto por Jacksons Five, contava sua situação de contraste musical com o gosto do meu pai. Vejamos:
Teresinha diz:
Lembrei de alguns admiradores que tive, sem o menor perfil pra me conquistar como namorada, que gostavam de Nelosn Gonçalves e Odair José.
Teresinha diz:
Acabei casando com um outro, que sempre foi fã de Nelson Gonçalves e Agnaldo Timóteo.
Samuel diz:
Hehehe
Teresinha diz:
E esse me trouxe para os verdes campos de sua terra.
Samuel diz:
Hehehe
Teresinha diz:
Nunca foi boêmio, mas sua terra o teve de regresso.
Teresinha diz:
E, pedindo sua nova inscrição, instalou-se com desejo de ficar pra sempre, até que a morte nos separe.
E eu, feito a noiva branca e radiante, sempre pronta a seguir o homem amado.
Samuel diz:
HAHAHAH!
Teresinha diz:
Alguém merece isso?
Samuel diz:
Tu!
Que bonito! E viva o amor, a paixão, o Agnaldo Timóteo e tudo o mais!
+ * + * +
Minha mãe fez uma miscelânea de músicas absolutamente habituais para mim. Só eu sei o que é dormir ouvindo “quando o treeeeem paraaaar na estaçãããããooo, eu sentireeeei no coraçããão a alegriiiiaaaa de cheegaaar”. Para o desespero do povo e inquietude geral da nação, recebamos, na seção Cafona, mas eu gosto!, ele, o motorista da Ângela Maria, o vereador de São Paulo, o amigo dos taxistas, o cantor da Hebe Camargo, entoando Os Verdes Campos da Minha Terra, o cabriocárico, o estrogonófico, o dióptrico Agnaldo Timóteo!
Bom dia e boa sorte!
Teresinha diz:
Lembrei de alguns admiradores que tive, sem o menor perfil pra me conquistar como namorada, que gostavam de Nelosn Gonçalves e Odair José.
Teresinha diz:
Acabei casando com um outro, que sempre foi fã de Nelson Gonçalves e Agnaldo Timóteo.
Samuel diz:
Hehehe
Teresinha diz:
E esse me trouxe para os verdes campos de sua terra.
Samuel diz:
Hehehe
Teresinha diz:
Nunca foi boêmio, mas sua terra o teve de regresso.
Teresinha diz:
E, pedindo sua nova inscrição, instalou-se com desejo de ficar pra sempre, até que a morte nos separe.
E eu, feito a noiva branca e radiante, sempre pronta a seguir o homem amado.
Samuel diz:
HAHAHAH!
Teresinha diz:
Alguém merece isso?
Samuel diz:
Tu!
Que bonito! E viva o amor, a paixão, o Agnaldo Timóteo e tudo o mais!
+ * + * +
Minha mãe fez uma miscelânea de músicas absolutamente habituais para mim. Só eu sei o que é dormir ouvindo “quando o treeeeem paraaaar na estaçãããããooo, eu sentireeeei no coraçããão a alegriiiiaaaa de cheegaaar”. Para o desespero do povo e inquietude geral da nação, recebamos, na seção Cafona, mas eu gosto!, ele, o motorista da Ângela Maria, o vereador de São Paulo, o amigo dos taxistas, o cantor da Hebe Camargo, entoando Os Verdes Campos da Minha Terra, o cabriocárico, o estrogonófico, o dióptrico Agnaldo Timóteo!
Bom dia e boa sorte!
Caça às bruxas! + Thriller
Meu blog não nutre preconceitos (eu acho), mas comentar é preciso: já notaram o quanto nosso Brasil foi invadido pela cultura do Halloween? Essa figura totalmente anômala tomou o ideário das crianças de tal modo que, em 31 de outubro, os fedelhos nos batem às portas com gritos frenéticos de “gostosuras ou travessuras” e rostinhos malevolamente angélicos, estendo saquinhos de doces e exibindo máscaras de monstros e dentes de leite. O que fazer com essas criaturas?
Fui abordado, certa vez. “GOSTOSUAS OU TRAVESSURAS!”, bradaram a bruxa de sombra roxa e a múmia de gaze, daquelas que se enrolam no pulso quando a tendinite incomoda e não se encontram equipamentos adequados. Eu não acreditei no que estava acontecendo. Pedi um minuto. O que se dá numa ocasião dessas? Como não achei nenhum doce (apesar de ser hipoglicêmico, i.e., tenho baixa quantidade de açúcar no couro, não sou bom consumidor de guloseimas – deve ser esse o motivo). Daí, entrei no banheiro, peguei um tubo de pasta de dente novo, abordei a miniatura da Onilda e disse “levem e dividam, vocês irão precisar”. Eu que fiz a travessura! Hehehe!
Depois disso, sempre comprei doces que as crianças não preferem. Figos e outras frutas cristalizadas são sempre boas pedidas. As crianças, acostumadas com a naturalidade do sabor do tutti-frutti e da baunilha, não conseguem comer a artificialidade do pêssego e do marmelo. Fazer-se o quê?
Acho que entendi, agora, por que os pais deixam seus rebentos baterem à minha porta: ELES é que ficam com meus doces!
Enfim, meu voto de protesto. Nunca vi as crianças celebrarem “a festa da mula sem cabeça”, mas adoram “a festa da gringolândia”. Isso não é xenofobia, não me entendam mal; apenas acho que é despropositado comemorar uma festa que, para nós, está totalmente fora do contexto: o 31 de outubro (além de ser o Dia da Reforma) é o dia das almas vagarem, antes do Dia de Todos os Santos, que é antes do Dia de Finados (e que, no hemisfério norte, é no outono, quando tudo está “morrendo”). Se considerarmos essa circunstância, só Amapá e Roraima estão certos, pois são os únicos estados que ficam quase que inteiramente acima da linha do Equador!
+ * + * +
Falar em monstros me lembra Thriller, a música que mudou a história dos videoclipes! O álbum de mesma alcunha, gravado pelo monstruoso Michael Jackson (o semblante dele é uma desgraça!) é o mais vendido da história, e o filme com essa música é um dos mais assustadores de todos os tempos. Sim, é Cafona, mas eu gosto! Ladies and Gentlemen, ele, que muda de cor, anda pra trás e come criancinha, Miiiiiiiichael Jackson!
(como não é possível adicionar aqui por desativação por sabe-Deus-quem, clica AQUI e vê a mui cafona Thriller!)
Bom dia e boa sorte!
(imagem extraída de http://www.eb23-diogo-bernardes.rcts.pt/imagem/halloween.jpg)
Heaven Must Be Missing An Angel & Boogie Nights
Uma receita de sucesso para músicas com melodia, harmonia e ritmo segundo os padrões 70's: cinco negros de cabelo igual a uma esponja de microfone, figurino de gosto duvidoso e danças um tanto quanto... Deixa pra lá.
Estou indo pro berço, mas não sem antes deixar a riqueza desses dois trabalhos, merecedores da seção "Cafona, mas eu gosto!": Heaven Must Be Missing An Angel, cantado pelos Tavares, e Boogie Nights, do Heatwave. Com essa overdose de dança e canto, há dúvida que isso é piegas? Não interessa, eu gosto!
Boas audições. Vou nanar. Bom dia e boa sorte!
(senhores adultos, não tentem fazer essas danças em suas casas: prefira reproduzir seus passos somente acompanhado(a) de seu cardiologista e do papa-defunto em plantão)
Estou indo pro berço, mas não sem antes deixar a riqueza desses dois trabalhos, merecedores da seção "Cafona, mas eu gosto!": Heaven Must Be Missing An Angel, cantado pelos Tavares, e Boogie Nights, do Heatwave. Com essa overdose de dança e canto, há dúvida que isso é piegas? Não interessa, eu gosto!
Boas audições. Vou nanar. Bom dia e boa sorte!
(senhores adultos, não tentem fazer essas danças em suas casas: prefira reproduzir seus passos somente acompanhado(a) de seu cardiologista e do papa-defunto em plantão)
Assinar:
Postagens (Atom)