sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Tequila

O cara é muito parecido a mim: toca mais de um instrumento, é doido e tem uma percepção musical incomum. Taí, vale a pena conferir!

PS: Tequila!

PS²: eu não bebo!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O bom senso não passeia

É triste andar de ônibus e ver que as velhinhas não têm lugar para sentar, mesmo com assento preferencial. É desolador ver as grávidas batendo com seus barrigões nas barras do metrô. Choca ter de ver crianças escarrapachadas em lugares confortáveis em detrimento de pessoas lesionadas a sacolejar dentro do transporte público. Isso me faz duvidar da evolução humana.

Acho um absurdo cotizar lugares para idosos, gestantes e deficientes físicos. Precisamos fazer isso? Lugar para sentar não é como vestibular, que se passa por mérito; é chegar primeiro, é quase sorte. Acho um pavor separarmos bancos para esses grupos: se é óbvia a necessidade deles, por que as pessoas não cedem gentil e espontaneamente os seus bancos?

Andei por bom tempo acomodado no colo dos pais. Só quando meu peso começou a incomodar é que passei a ocupar um espaço “de gente grande”, e, mesmo assim, cedia-o a qualquer adulto. “Teu tempo chega”, eu ouvia.

Chegou o meu tempo. Continuo a ceder meu lugar. Ao metrô, sento-me, em inúmeros casos, no soalho do carro. Sim, eu pareço hippie, e daí? Gosto, até prefiro. Não atrapalho a ninguém e a ninguém constranjo a um esforço que quiçá não possa suportar. Só quem já esteve enjoado, com dor ou com cheio de livros no braço sabe o valor de um cantinho para se posicionar.

Sofro de dores pertinazes nas costas e nos braços. Uma dor punk, uma dor do mal, daquelas que não se importam em ter os dentes obturados a partir de brocas no nariz. Numa crise de lombalgia, estava com minha bengala (sim, eu estava de bengala, tamanha a crise!) e tive de viajar em pé, para que as beldades ranhentas ficassem majestosamente quedadas nos estupefacientes “lugares de aleijado”.

E assim se leva a vida. Pena que uns e outros não levam o bom senso quando passeiam nos caminhos da existência.

Still loving you

Música de roqueiro romântico semi-depressivo. Em outros tempos, eu diria que é Cafona, mas eu gosto! Na real, sempre haverá alguém para lembrar da melodia e de trechinhos muito minúsculos dela.

Scorpions, Canta aquela...!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

All I ask of you

Posso ser um filho de Marte, mas essa música comove até o empedernido coração masculino! Uma das poucas (quiçá a única) que eu conheça a fazer um intervalo de 9a menor (as primeiras notas do estribilho), essa música soa tão bem aos ouvidos...!

Andrew Lloyd Webber, Canta aquela...!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

He's the grestest dancer

Sister Sledge! Admito, está naftalinizada, mas é bom pra caramba! A musicalidade é agradável, não é agressivo e tem o embalinho pra dançar! :)

Ô moça do cabelo estranho, Canta aquela...!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Billie Jean

E pensar que Michael Jackson foi cantor negro de black music, cantor branco de white music, e hoje é um monstro cantor de axé! Acontece. :(

Contudo, a imagem do Rei do Pop é, iexpugnavelmente, a da roupa preta acompanhada de chapéu e luva branca agarrando as partes baixas.

Ô, negão, Canta aquela...!

Canta aquela: o intróito

Sei que sou meio anacrônico, mas creio que valha a pena desenterrar pérolas e encontrar preciosidades. Depois de 101 posts bem sortidos sobre cafonices, prossigo a mesma linha de músicas antigas, mas não necessariamente demodês. Ladies and gentlemen, recebam com carinho a nova seção do Papel de Recado, com o selo de garantia do Seu Gilberto, o porteiro do meu edifício, e a minha experiência de disk-jockey de baile de sanatório! Aproveitem!