Música italiana é sinônimo de drama de novela das oito; juntam-se as duas e não se erra!
Ouvi essa música nos invernos chuvosos do Rio Grande do Sul. Lembro de haver gravado num K7 para ouvir em casa; acho que não surtei por causa dessa influência musical. Sei lá, foi um inverno na minha vida.
Luigi Tenco, Canta aquela, Cafona, mas eu gosto...!
quarta-feira, 18 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
Qualquer jeito
Estou ficando velho! Alguém ainda lembrava da Kátia Cega? Cafona, mas eu gosto!
Ô, mocinha, Canta aquela!
Ô, mocinha, Canta aquela!
segunda-feira, 16 de março de 2009
For sentimental reasons
Pra começar bem a semana, nada melhor que uma música levinha!
Boa segunda pra todos! Vitória!
Boa segunda pra todos! Vitória!
domingo, 15 de março de 2009
A dor da última curva
Permitiu o Grande Arquiteto do Universo que eu chegasse ao nono e penúltimo semestre letivo do curso de Direito. Isso é um privilégio muito maior do que eu mereça. Deus tem sido bom e misericordioso comigo, fazendo que eu siga pela senda árdua das ciências jurídicas e sociais, trilhando a escarpada jornada até o dia em que, de faixa vermelha à cintura e toga acadêmica, mamãe terá o prazer de ver o primogênito colar grau.
Mas estou cansado. Já nas primeiras semanas. Espero que isso seja mero cansaço de transição, e que, nos próximos 15 dias, eu já esteja habituado a toda a rotina que perseguirei até julho. Enquanto esse momento não chega, estou um caco, cansado fisicamente – e com o emocional pedindo água.
Por falar em água, estou tomando muita água. Ando-me desconhecendo. Pareço um camelo. Uns quase 2 litros diários está sendo o meu índice.
E a carcaça do veio anda um pouco fragilizada (haveria acento no E do “veio”, mas a Reforma o ceifou de mim). O sono é uma companhia bem marcante após às 18h, a fome me atormenta e a fotofobia não respeita nem as mulheres, espancando a menina dos meus olhos. Estou acordando cedo e tentando dormir o mais cedo possível, por volta da meia-noite (esse hífen caiu?). Não tá fácil.
“Que legal, tu estás na reta final”, disseram os calouros que tive o prazer de conhecer. Pode ser, mesmo, o final da minha maratona. Contudo, ando-me sentindo como quando era pequeno e fazia os testes de corrida na disciplina de Educação Física, correndo um percurso razoavelmente longo segundo meus padrões (nada dados ao desporto, diga-se en passant). Quando alguém gritava “faltam 4 voltas”, a dor que me acometia era lancinante (ao lado das costelas flutuantes, nas batatas das pernas, nas coxas, nas costas, nos ombros, no pescoço, nos cabelos, em tudo o que a mim já se ligara – inclusive o coto umbilical).
Estou na penúltima volta. Estou com dor. Espero que acabe logo e acabe bem.
Mas estou cansado. Já nas primeiras semanas. Espero que isso seja mero cansaço de transição, e que, nos próximos 15 dias, eu já esteja habituado a toda a rotina que perseguirei até julho. Enquanto esse momento não chega, estou um caco, cansado fisicamente – e com o emocional pedindo água.
Por falar em água, estou tomando muita água. Ando-me desconhecendo. Pareço um camelo. Uns quase 2 litros diários está sendo o meu índice.
E a carcaça do veio anda um pouco fragilizada (haveria acento no E do “veio”, mas a Reforma o ceifou de mim). O sono é uma companhia bem marcante após às 18h, a fome me atormenta e a fotofobia não respeita nem as mulheres, espancando a menina dos meus olhos. Estou acordando cedo e tentando dormir o mais cedo possível, por volta da meia-noite (esse hífen caiu?). Não tá fácil.
“Que legal, tu estás na reta final”, disseram os calouros que tive o prazer de conhecer. Pode ser, mesmo, o final da minha maratona. Contudo, ando-me sentindo como quando era pequeno e fazia os testes de corrida na disciplina de Educação Física, correndo um percurso razoavelmente longo segundo meus padrões (nada dados ao desporto, diga-se en passant). Quando alguém gritava “faltam 4 voltas”, a dor que me acometia era lancinante (ao lado das costelas flutuantes, nas batatas das pernas, nas coxas, nas costas, nos ombros, no pescoço, nos cabelos, em tudo o que a mim já se ligara – inclusive o coto umbilical).
Estou na penúltima volta. Estou com dor. Espero que acabe logo e acabe bem.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Ghost riders in the sky
HAHAHAHAH!
Adoro essa música, mas o conjunto da obra tá digna de filme de terror dos anos 40! Quando eu recuperar o fôlego, escrevo mais e melhor sobre a música e as vezes que eu a ouvi. Por enquanto, como diria minha vó, eu estou me finando de tanto rir!
Bom findi!
PS.: ô Ghostbusters (digno de sexta-feira 13), Canta aquela!
Adoro essa música, mas o conjunto da obra tá digna de filme de terror dos anos 40! Quando eu recuperar o fôlego, escrevo mais e melhor sobre a música e as vezes que eu a ouvi. Por enquanto, como diria minha vó, eu estou me finando de tanto rir!
Bom findi!
PS.: ô Ghostbusters (digno de sexta-feira 13), Canta aquela!
Merece!
Zé da Folha! O cara é, sem brincadeira, na minha opinião, um dos músicos mais brilhantes do Brasil! O por quê? Domínio da plateia (sem acento, coisas da reforma), simplicidade, simpatia, afinação, percepção musical, é um artista formidável.
Ele é daqui de POA, mas, de quando em vez, sai saracotear; sei que ele gosta de Passo Fundo e Curitiba. Sempre que tenho a oportunidade de cruzar por ele, encomendo os boleros e os sambinhas; pra falar a verdade, nem precisa, ele sabe o que eu gosto. Sempre reforço a contribuição e dou uma garrafa de água mineral. Ele é o cara.
Faz alguns meses que não o vejo; deve estar trinando por aí, alegrando a vida de mais gente. Vale a pena.
No segundo vídeo, o trecho de um documentário. Quem assistir, terá satisfação garantida!
* * *
Lembrei de Milton Nascimento, com a boa Nos bailes da vida; apropriado para um artista.
Ele é daqui de POA, mas, de quando em vez, sai saracotear; sei que ele gosta de Passo Fundo e Curitiba. Sempre que tenho a oportunidade de cruzar por ele, encomendo os boleros e os sambinhas; pra falar a verdade, nem precisa, ele sabe o que eu gosto. Sempre reforço a contribuição e dou uma garrafa de água mineral. Ele é o cara.
Faz alguns meses que não o vejo; deve estar trinando por aí, alegrando a vida de mais gente. Vale a pena.
No segundo vídeo, o trecho de um documentário. Quem assistir, terá satisfação garantida!
* * *
Lembrei de Milton Nascimento, com a boa Nos bailes da vida; apropriado para um artista.
Diamonds are a girl's best friend
É, a crise tá mudando o mundo... já tem mulher casando por amor!
Ô, Lôra, Canta aquela!
Ô, Lôra, Canta aquela!
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