quinta-feira, 6 de novembro de 2008

What a feeling

Fui jogar sinuca hoje. Joguei bem como nunca e, por muito pouco, não venci a melhor de cinco; fiquei com só uma bola à mesa, mas meu colega de aula acabou arrematando a rodada. Droga de vida, não presto nem pra jogar sinuca!

Enquanto jogávamos e a noiva dele cuidava nossas batatas fritas, começou a tocar What a feeling na rádio; isso é inolvidável! Precisei colocar aqui, gente; afinal, é Cafona, mas eu gosto!

Além da versão original, vale lembrar que há mais duas, em português: a da Sandy e Junior e a das discípulas de INRI Cristo. Para conferir, basta clicares no nome, procedimento de sempre.

Aproveitem. Bom dia e boa sorte!

PS aos leitores de plantão: quem quiser que eu poste uma coletânea da Mofoland para o findi, basta responder a esse post. Escolherei cinco músicas cafonas, antigas, antiquadas, bregas, démodé, blasé, buffet, a-be-cê e o que mais quiserem! Aguardo o dia de quinta para saber os resultados.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Thank you for the music (nome alternativo: Tu não me engana!)

Toca no Mamma Mia, está bem bonitinha na voz da loirinha, que canta com um vibrato digno da caipira Tammy Wynette, mas a música não me engana: Thank you for the music é do Abba e foi gravado por Karen Carpenter, minha musa do passado! Acho que, por ela, eu faria o mesmo que o cara do Somewhere in time (divertido seria o problema da moedinha!).

Não te esconde que a surra piora! É isso aí: é Cafona, mas eu gosto!

Curte o som nas três versões:





Mas antes... + Nikita

Não sei se isso só acontece comigo, mas as melhores conversas começam na hora de ir embora, as coisas ficam mais divertidas quando o sono pega e os paladares reclamam por mais antes de se findar o que se degusta. Sim, pareço sempre estar insatisfeito.

Foi assim agora: poderia estar deitado, dormindo, mas estou inquieto; plenamente cansado, preocupado e inquieto; e com vontade de escrever pro blog; e de fazer um sei-lá-o-quê. êta, sensação mais "de mulher"!

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Já que estou aqui, vamos acabar com classe: Elton John cantando Nikita, fantasiado de turista, apaixonado pela milico! Sim, galera, é Cafona, mas eu gosto!

Abraço, bom dia e boa sorte!

Sorria, sorria

Com essa música, vou até me recolher. Essa dói na alma de qualquer vivente; sim, é Cafona, mas eu gosto!

Bom dia e boa sorte!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Africa

Eu abençôo as chuvas que caem na África... Essa era uma das músicas que embalavam minha pré-adolescência na hora de ir pro berço. Ligava o rádio na Rádio Pampa e ficava ouvindo todo o tipo de coisa que não se ouve costumeiramente, como There Must Be An Angel.

Não dá pra não considerar Toto pra lá de velho. Sim, minha gente, é Cafona, mas eu gosto! Aproveita o embalo e sacode a carcaça!

Bom dia e boa sorte!

Crime e Castigo

O primeiro livro que li depois que cheguei a Porto Alegre, na minha nova saga, em 2004. Vale a pena. É um livro cru, doído, mas que mexe com o pâncreas de qualquer um. Isso é bom!

Para quem quer lê-lo (ou precisa, nunca se sabe), basta baixá-lo aqui.

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Download e resenha extraída daqui. Aí segue:

Uma das obras mais conhecidas de Dostoiévski, esse livro conta a história de Raskólnikov, um jovem estudante de São Petersburgo (Rússia) que abandona a faculdade por falta de dinheiro. A família e amigos convivem com a miséria e a falta de perspectiva, tendo de submeter-se a situações humilhantes para sobreviver. Para se manter, Raskólnikov apela para a penhora de pequenos objetos de estimação familiar que negocia com Aliena Ivanóvna, uma velha e impiedosa usurária.

Homem extremamente sensível e erudito, Raskólnikov cria a teoria do crime permitido, baseado em uma divisão das pessoas em “ordinárias” e “extraordinárias”. Ao analisar os grandes assassinos da História, entre os quais inclui Napoleão, chega à conclusão de que certos assassinatos, quando executados por pessoas “extraordinárias”, acabam beneficiando a sociedade. Decide, com base nessa teoria própria, fazer um bem à sociedade matando a velha usurária que o explora.

Todo o livro, então, passa a contar o sofrimento do nosso herói, advindo da idéia desse assassínio. Muitos personagens se mesclam à trajetória de Raskólnikov, e a interação entre eles se dá por uma das marcas do estilo de Dostoiévski, a polifonia. Trata-se de uma engenhosa arquitetura de vozes que se provocam, sondam-se mutuamente, antecipam réplicas.


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Boa leitura, boa semana e boa sorte!

sábado, 1 de novembro de 2008

A Maçã

Toca Raul! Todo músico já ouviu isso, desde a molecada que toca no playground até João Gilberto. Embora duvide muito que o mestre do Desafinado haja tocado, com certeza alguém já pediu.

Crítico como poucos, Raul Seixas fez história no Brasil e fora dele. Confuso, estranho e barbudo, temos tudo isso em comum, fora o fato de nossos gostos musicais serem dignos da alcunha “sociedade alternativa”.

Cá entre nós, até acho interessantes a música e a musicalidade dele, mas A Maçã não se escapa: é Cafona, mas eu gosto!

Bom dia e boa sorte!